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terça-feira, 19 de agosto de 2008

Está difícil

Cinco semanas depois, fiz nova entorse no tornozelo direito a jogar futebol.
Só não percebi ainda se desta vez o movimento contrário serviu para corrigir a entorse anterior ou se, pelo contrário, a agravou.
Resultado, mais uma noite a dormir com gelo no pé. Amanhã e nos dias seguintes irei ver a evolução.
Ainda se me pagassem um milhares de euros por mês, eu até que nem me importaria muito, mas assim está difícil.
Percorre-me a ideia de ir a um "endireita". Pelo menos já sei onde há um. Provavelmente sexta-feira irei lá.
Vamos ver...

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Para partilhar


540Kcal x 5 = 2.700 Kcal

As contas são, mais coisa menos coisa, estas.

Mas é certinho que vão marchar todos, quadrado a quadrado, um a um, até que, por fim e para a história ficarão apenas duas coisas, uns quilinhos a mais e este post.

Claro que quando os recebi pensei em partilhá-los, mas não sabia com quem. Decidi, por isso, que os iria partilhar... convosco! E cá estão eles, a ser partilhados!






Ah! Continuo doente, por isso, hoje fui novamente ao médico. Parece que depois de mais uma amigdalite, ou laringite, ou qualquer outra coisa acabada em "ite", neste momento só tenho uma rinite alérgica! Nada como um belo Atarax, qual bomba, para me pôr bom. Mas antes de me pôr bom vai-me pôr a dormir.
É exactamente isso que vou fazer agora. Só espero amanhã conseguir acordar para ir trabalhar a horas decentes. Alguém disposto a ligar-me às 07.30h? Obrigado. Muito Obrigado!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Desafío

Inicio este texto com grandes reservas face ao resultado que conseguirei alcançar. Como quase todos os textos que escrevo, tentarei fazê-lo em “one shot”, fazendo depois apenas correcções ortográficas ou de sintaxe. Bem sei que “herrar é umano” (ou então é estúpido), mas se há coisa que eu quero é manter uma escrita digna!
Isto tudo porque a Inês, provavelmente influenciada pelos ares Madeirenses, decidiu alargar o desafio a várias pessoas – incluindo-me – o que demonstra uma falta de critério selectivo que lhe desconhecia! Considero, no entanto, que se o desafio foi lançado, o devo aceitar, com prejuízo para quem me lê, incluindo a própria Inês!
Para quem não lê o blog da Inês e não sabe qual é o desafio, passo a explicar.
O desafio consiste em pegar nos títulos dos últimos 10 posts (ora aqui está um estrangeirismo que não gosto mesmo nada de utilizar – acho a palavra “post” inestética) e elaborar um texto onde inclua os mesmos.
Para começar, fui verificar os títulos dos meus últimos 10 (estrangeirismo inestético que não vou repetir). O que é que eu faço com isto? – Pensei, embora no pensamento tenham saído algumas palavras feias que não vou aqui reproduzir. Com títulos como “Do fim-de-semana II” não se torna fácil criar um texto onde isso se encaixe. Pensei em fazer uma análise à linha editorial – ou falta dela – deste blog, mas como isto não é um jornal ou uma revista, não faria qualquer sentido. Pensei também em criar um texto ficcional com um diálogo entre o Zézé Camarinha e uma das suas amigas, o que até seria, mais para mim do que para vocês, um exercício engraçado.
A minha decisão recaiu em pegar nos títulos dos (estrangeirismo inestético que mais uma vez não vou repetir) em questão e criar um texto sobre mim e a minha relação com a música.
Se há coisas sem as quais a minha vida não faria sentido, para além da família ou dos amigos, a música é uma delas. Em casa, após um dia de trabalho, ou no ócio do fim-de-semana, nunca me sinto só, porque na falta do silêncio das palavras ditas, tenho sempre o som de um qualquer álbum de uma qualquer banda, recente ou mais antiga, a fazer-me companhia. Quando descubro bandas novas ou músicas novas, procuro divulgá-las a todos os que por aqui passam. A música deixa-me mais bem disposto, acalma-me e, ou estou completamente errado, ou é um elemento fundamental na vida de cada um, porque marca momentos – quantos e quantos casais não fazem “daquela” música a “sua” música, à qual se vão associar sempre? Por exemplo, no dia de anos da minha mãe pensei: «tenho que encontrar uma música para a minha mãe (que faz hoje anos) como forma de a homenagear». Poderia ter pensado num poema, numa frase, numa imagem, mas a verdade é que sinto que sou mais eu, que tem mais a ver comigo dedicar uma música. E assim foi. Logicamente que não iria para uma música que não fizesse parte do meu universo musical, tipo a “Mãe Querida” do Graciano Saga, que até era mais apropriada, pela letra que é dirigida claramente à mãe.
Através da música consigo também mostrar que a ideia de “There’s no second chance to make a first (good) impression” não se aplica. Dou-vos um exemplo. A primeira vez que ouvi Arcade Fire não gostei. Pode parecer estranho, até porque quem me ofereceu o cd tem muito bom gosto, mas talvez porque não coincidiu com um bom dia para mim, não gostei. Hoje adoro e tenho ambos os álbuns. Percebi que tinha cometido um erro de avaliação, e, ou estou (novamente) errado, ou esta banda vai ser uma banda mítica daqui a alguns anos, porque actualmente, também na música se assiste a bandas descartáveis, que chegam com muita qualidade, que todo o mundo fala deles, mas que quando vão, já ninguém se lembra porque só conseguiram criar uma primeira boa impressão, nada mais.
Como já vai longo o texto sobre a minha relação com a música, e como já não acrescento nada de novo, quero agradecer à Inês o desafio e, já agora, dizer-vos que com a gripe que estou e com o sono que estou, seria pouco provável conseguir melhor do que isto. Para além disso, não me ocorre nenhum título, de maneiras que fica mesmo o mais óbvio.
Agora vou dormir, para ver se recupero.
Até amanha.



domingo, 4 de novembro de 2007

Doente

Quatro ou cinco filmes, um sofá, comprimidos e sono, muito sono.
É assim o fim-de-semana de um enfermo.
Dormir de duas em duas horas, ver tv ou um dvd, comer, beber, dormir novamente.
No Sábado, abandono total – durante todo o dia não recebi um único telefonema – é que nem da família.
Depois, decidem todos ligar à hora do jogo do Benfica! Já pensaram que eu poderia não ter chegado vivo ao fim do dia?
Ninguém se importou, mas na hora do futebol, sim, a essa hora façam o favor de incomodar, de perguntar tudo o que não perguntaram num dia inteiro. Se estou bem? Estava, até me interromperem a visualização do jogo. Uma tarde inteira, pá! Uma tarde inteira e ninguém se importou, mas agora que o Rui Costa acaba de assistir o Rodriguez para o primeiro golo, façam o favor, eu conto-vos o que fiz todo o dia, não se incomodem, tenho o tempo todo!
Não bastava já não ter ido para Londres?