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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Exercício sobre a (minha) vida

Começo por aqui.
O Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa desenvolveu este site e respectivo projecto ao qual deu o nome de Bússula Eleitoral.
Para quem ainda não conhece, o Bússula Eleitoral é um questionário de 28 perguntas/frases "em relação às quais se pede ao utilizador o seu grau de concordância ou discordância, posição essa que vai ser confrontada com as posições dos partidos para estas eleições de 2009". No final, em função das respostas, é apresentada a posição do utilizador e a dos diferentes partidos num gráfico de 2 eixos, em que um deles é relacionado com as questões sociais/políticas e no outro as questões económicas.
Para que é que isto serve? Em boa verdade, para nada. Não nos tráz um novo emprego, não nos dá prémios, não nos melhora a qualidade de vida, não tráz um novo amor, nada. Vá, serve para sabermos com qual partido ou programa de governo nos identificamos mais. Por isso, posso dizer que serve para escolhermos, com base em critérios racionais, escolher em quem votar.
Quer gostem ou não de política, quer pensem ir votar ou não, passem por lá e, em apenas 5 minutos, ficam um bocadinho mais esclarecidos sobre quais são verdadeiramente, as questões que os partidos debatem por esta altura e qual a vossa posição sobre as mesmas.
Vão lá e voltem... 5 minutos depois...



E agora, algo completamente diferente...



A vida, ou o que queremos dela! No fundo, a velha pergunta: o que queremos dela?

E a resposta: queremos ser felizes!

Ora aí está uma resposta que eu arrisco dizer, é partilhada por todos nós. Concordam?

Pois, o problema não é o que queremos mas como podemos lá chegar. Mas vamos ao início...

Para mim, ser feliz é... (preencham os 10 pontos abaixo indicados)
1. ...
2. ...
3. ...
4. ...
5. ...
6. ...
7. ...
8. ...
9. ...
10. ...

Conseguiram? Grande feito! Quando muito, consigo preencher 7 dos 10 pontos.
No primeiro, escrevi "a família" e no sétimo "o dinheiro".
Entre o que é mais importante e o menos importante da lista, ficam, entre outros, a saúde e o trabalho.

Sejamos realistas: dificilmente na nossa vida poderemos ter tudo o que queremos!
Por isso, vamos refazer o exercício...
Para mim, ser feliz é...
1. ...
2. ...
3. ...

Resumindo ao fundamental e a apenas 3 pontos, quem não concorda que é mais fácil deixar de fora o dinheiro do que a família, os amigos, os filhos (para quem os tem) ou a saúde?

É isto que me tem feito pensar no rumo a tomar. Naquilo que quero fazer, de que forma o quero fazer e de quanto estou disposto a abdicar, de que forma e por quanto tempo.

Por agora fico-me por aqui.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Sim... tenho estado ausente...

... quer dizer... as ideias é que têm estado ausentes!
Vai daí não há nada para cá pôr que interesse.
Eu sei, eu sei! Tinha ficado de escrever sobre as mulheres carentes (ou algo do género)! Lá iremos... mas hoje não, que está frio!
Ora por falar em frio, acho que vou para o ninho. Tenho que o ir aquecer. A dois era mais fácil, mas ninguém quer ajudar. Dizem que está frio e tal e que o melhor é não sairem de casa. Mas também não convidam para ir lá! Rai's partam! Ao menos que partilhassem o calor das casinhas delas!
E eu que gosto tanto de uma casinha cosy and warm!

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Coisas sábias

- Desta vez é para ser diferente.
- Então porque é que ainda não é?
- Porque tenho que fechar algumas coisas que deixei em aberto e que não fazem sentido.
- Então é melhor tratares disso primeiro. Não deixes portas encostadas. Basta que duas se abram e tens uma corrente de ar enorme e constipas-te!
- Eu sei. Mas de cada vez que vou para fechar uma porta, em vez de a fechar ela abro-a toda! E pior, às vezes, para surpresa minha, abro algumas que nunca pensei que se abririam!
- Assim é complicado!
- Pois... Mas como te disse ando a fechá-las todas, só que isto demora!!!


sábado, 13 de setembro de 2008

O tempo que não chega

Este blog é o reflexo da minha falta de tempo.
Passo por cá para dar uma vista de olhos a ver se alguém comentou os últimos textos. Apenas um comentário. Passo por outros blogs para ir vendo as actualizações. Apenas os imprescindíveis. Vou acompanhando o que se passa e, até, percebendo que o novo programa da Teresa Guilherme é uma coisa nunca vista. Ouço alguém comentar, mas já tinha lido aqui nos blogs.
Vou aproveitando para dividir o meu tempo entre o costume. Trabalhar, trabalhar, trabalhar, jantar com as pessoas do costume em dias diferentes. Ir ás habituais futeboladas. Desmarcar com quem apetece estar menos para estar com quem apetece mais. Combinar programas que depois não se cumprem - nunca se cumprem - e, depois, com muita tristeza e sentimento de que estou a falhar, perceber que não estou com a minha irmã e os meus sobrinhos há mais de duas semanas. Sempre a adiar o que mais que uma obrigação, é um grande prazer. «Talvez passe hoje. afinal não, prometo passar amanhã... Não consegui sair mais cedo. Fica prometido para amanhã. Amanhã não estão cá? Fica para... para... para Domingo à tarde, pode ser?»
E assim se vai levando tudo ao limite. O deitar tarde e dormir mal. O trabalho que acumula porque as solicitações são mais que muitas. «Tudo bem. Combinamos para Sábado. Fazemos isso no Sábado. Eu levo o computador. E a reunião? A reunião fica para terça, porque segunda já tenho uma marcada. Mas afinal que convocatória é aquela para reunião na quarta? Com quem? Mas sobre o quê? Tenho mesmo que estar presente?» Quase tudo se torna adiável.
Sair do trabalho depois das nove, ir jantar, aproveitar para estar com aquela pessoa e acreditar que apesar do cansaço e da falta de paciência, nos vai fazer bem. Não tenho fome. A conversa não flui. «Não puxes por mim, por favor. Estou cansado. Só quero estar, mais nada.»
Voltar a avançar. Ficar na dúvida. Estar bem. Sentir orgulho por estar bem. Fazer tudo bem. Ter vontade de continuar a fazer bem.
Fim-de-semana. Final de dia de trabalho. Um momento especial. Um jantar desmarcado e outro que aparece no momento certo. A companhia que apetece, mais aquela que não apetece mas que é bem vinda. Um serão calminho, mas divertido.
A certeza de que amanhã, mesmo que conseguisse planear de forma científica, seria difícil encaixar tudo de forma a não me atrasar para o jantar. A correr bem, chegarei com uma hora de atraso. Não digam a ninguém...


sexta-feira, 29 de agosto de 2008

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Agora sim...

Este espaço regressa à normalidade ou, melhor dizendo, à banalidade.
Começo por Sábado. O passado, claro está (ainda não consigo prever o futuro).
No Sábado, jà a noite ia longa, já muitos copos tinham rolado naquelas sempre longas maratonas de conversas entre amigos, naquelas intermináveis discussões, naquela exuberância que faz com que quem esteja de fora pense que a discussão vai acabar mal, tal é o tom de voz - entusiástico - com que esgrimimos argumentos.
A certa altura o G., após todos termos expressado a nossa opinião sobre a sua anterior relação, diz-me «isso que estás a dizer são lugares comuns!». Eu concordei e, enquanto me preparava para levantar da cadeira e ausentar por breves instantes, faço a pergunta a todo o grupo: «E não será que a vida é mesmo assim, cheia de lugares comuns?». Entre acenos de cabeça de concordância, o G., após um «não é bem assim», muda a conversa e disfere-me um ataque, levando a conversa para aquela que tem sido a "conversa-massacre" que todos têm usado quando se querem referir a mim. Foda-se. Já não tenho paciência. Todos parecem saber mais da minha vida do que eu próprio!!!
Com todos estes fait-divers, lá deixamos mais uma discussão a meio... como vem sendo hábito.

Tenho estado empenhado em não falhar com o compromisso que assumi com o ainda meu chefe - deixar tudo encaminhado antes de sair.
Quando nos preparamos para mudar de emprego, a motivação, a concentração, a vontade e o entusiasmo começam a desvanecer. A cabeça já não pensa no que se passa ali, mas no que vem a seguir. É difícil. Tem sido difícil. Amanhã ou depois falarei disso...

Música. Esta, ficou-me no ouvido. É agradável, as letras são giras, e a voz dela é fantástica. Para além disso é gira que se farta. Fui vê-la ao Plano B e gostei, embora ache que no palco ainda tem muito para evoluir.



Esta outra tem a ver com o concerto a que assisti na semana passada no coliseu do Porto. Ambos os cd's da banda são bons e em palco são muito animados. Falta, talvez, arranjos diferentes para os concertos ao vivo. Falta esticar as músicas. Daí que muitas vezes opte por ficar em casa em vez de ir aos concertos ou festivais. Gosto de ser surpreendido e nem sempre sou e se assim não for, para quê comprar um bilhete, se basta comprar o cd? Mas reconheço que, neste caso, iria novamente porque gostei, só que estava à espera de mais.