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domingo, 1 de junho de 2008

Viver, viver, viver

Quinta-Feira
Batô. Músicas de sempre e para sempre.



Sexta-Feira
Casa da música. Clubbing. Young Marble Giants. Clubbing.



Sábado
Via Rápida. Muito mau!
Plano B. Muito bom!


quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Sem qualquer interesse

Estão avisados! Não tem interesse.

Hoje fui às compras e não me deixei enganar.
Substituí isto:











Por isto:













E porquê? - Perguntam vocês.
É simples. - respondo eu.
É que os primeiros são feitos daquelas famosas frutas que, confesso, por grande ignorância minha, não sei de onde vêm e nunca as vi, que são as frutas concentradas. Parece que existem pomares onde se pode encontrar Laranjas, Pêssegos e Morangos e Ananases concentrados. Se calhar até é fruta mais inteligente, pois que se estão concentradas aprendem melhor e mais rápido. Mas eu, que sou uma espécie de tradicional-moderno (sou eu que me auto-intitulo assim e espero que não tenham nada contra), continuo a preferir a fruta convencional. Bem sei que num país onde se dá muito valor à licenciatura, a fruta tradicional nunca atingirá um status-quo que lhe permita sonhar com o reconhecimento, mas eu que sou um grande defensor de causas nobres, talvez por isso, prefira beber um sumo/batido feito 100% com fruta convencional. A única coisa que, numa primeira abordagem, me deixou intrigado foi o facto de me ter deparado com um SoNatural de Banana. Pensei cá para mim, de que forma os senhores espremeriam as bananas para elas largarem sumo - deveria ser cá uma canseira - pelo que me apressei a pegar na embalagem e para meu descanso, pude verificar que o SoNatural de Banana afinal é feito com uma maior percentagem de maça (se calhar os senhores deveriam ter colocado no rótulo Maça Banana, mas isso é lá com eles). Sendo assim, apesar de ser mais caro, prefiro trocar os "essencial" da Compal pelos SoNatural da GLSA (é uma empresa portuguesa), apesar de serem substancialmente mais caro. Mesmo assim, se é para beber fruta natural, então que seja mesmo fruta natural.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Coisas que me deixam doido

Há certas coisas que me deixam doido. A saber:

- Pessoas que se estão sempre a queixar da vida que têm

- Pessoas com alterações de humor repentinas

- Condutores que, na auto-estrada, não circulam na faixa mais à direita

- Condutores que andam a pastar na estrada (principalmente de manhã, na hora de ponta)

- Camas que fazem barulhos (por isso comprei um sommier)

- Ruídos parasitas no carro

- A incompetência de pessoas das quais o meu trabalho depende ou pode depender

- Ter que dar justificações da minha vida

- Enquanto cliente, ser mal atendido

- Os fundamentalismos

- As leis estúpidas

- Os Nuno-Rogeiros desta vida

- Os motoristas de camiões e os taxistas

- Há mais, mas não me lembro

E vocês? O que vos deixa doidos?

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

There's no second chance to make a first (good) impression

(É só para entreter enquanto lêem o texto. Além disso esta menina é gira!)



E pode fazer toda a diferença. Querem ver?
Existem pessoas pelas quais criamos uma empatia desde o primeiro momento e existem pessoas pelas quais nunca criamos empatia e que, só com algum esforço, toleramos e aceitamos conviver. Dito de outra forma, existem pessoas que ainda que as acabemos de ter conhecido, sentimos que sempre as conhecemos, tal é o grau de afinidades que encontramos e existem pessoas que são exactamente aquilo que nunca queríamos ser e pelas quais não nutrimos qualquer simpatia.
Algumas vezes são questões comportamentais que nos levam a estes sentimentos perante os outros. Mais vezes serão questões irracionais ou emocionais. Porque gostamos da pessoa ou então porque não gostamos e acreditamos que dificilmente viremos a gostar, o que nos levará a uma aproximação ou a um afastamento.
Em muitos destes casos há ainda outros elementos – a ilusão ou o encanto – que nos fazem gostar de alguém que apenas conhecemos muito superficialmente. Ora porque nos cruzamos profissionalmente, ora porque nos cruzamos em ambientes sociais, mas sem grande troca de palavras, sem grande contacto.
Quem nunca, na sua vida, conheceu uma determinada pessoa que considerou ser interessantíssima, quando aos olhos de todos à sua volta, ela não passa de uma pessoa vulgar ou fútil?
Penso que aqui, muitas vezes criamos na nossa mente uma espécie de alter-ego dessa mesma pessoa, que mais não é do que uma outra pessoa, que não aquela, que só nós vemos porque só nós a criamos e imaginamos assim.
Isto parece-me ser, à luz de alguma experiência que já tenho no contacto com o sexo oposto, aquilo que normalmente acontece numa mulher em relação a um homem. Só ela vê aquilo que mais ninguém vê e não aceita estar errada. Procura naquele homem os sinais que quer ver, mas que mais ninguém vê. Num estágio mais avançado, entramos na paixão, mas num estágio inicial, pode acontecer com qualquer pessoa e em relação a qualquer pessoa, paixões à parte. Não quero com isto dizer que nos homens não aconteça o mesmo em relação às mulheres. Acontece, mas somos mais discretos. Diria mesmo que os homens vivem sempre em eterna paixão, mas sempre por mulheres diferentes. Todos os dias nos apaixonamos, e, num dia, podemos apaixonar-nos por mais do que uma mulher, pelo que esta ilusão e encanto é constante e não é verdadeiramente uma paixão.
Mais tarde percebemos que não. Que a pessoa não é nada assim, que estávamos errados, que os outros tinham razão. E aí, o encanto que essa pessoa tinha, esmorece. Com alguma sorte será uma pessoa que toleraremos, ou, pior, passará a ser uma pessoa que nos irrita e perto da qual não nos sentiremos bem.
Por tudo isto, a primeira impressão conta. Num exercício inconsciente de acção-reacção, a primeira impressão levar-nos-á a para um caminho, mas nunca sabemos qual.
É confuso?

sábado, 17 de novembro de 2007

Um dia, quando a minha vida for perfeita, vou poder dizer...



... e isto...


... e mais isto...


... e ainda...




... hoje não é o dia!