domingo, 26 de outubro de 2008
A hora mudou
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Nem sei o que diga
Não gostaria de viver aqui. por vários motivos, os quais resumo a: trânsito, falta de estacionamento, muito chico-espertismo e muito (demasiado) consumismo.
Prefiro morar no Porto e vir cá de vez em quando.
Uma coisa é certa, há muitas mulheres bonitas. Naturalmente bonitas, à luz do dia.
Vou aumentar a minha regularidade de visitas.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Em resumo
Coisas boas, como o fim-de-semana, como o fim-de-semana em Lisboa, com os amigos retiram a vontade de iniciar mais uma semana. O que passou fica na memória e na cara fica o sorriso. Cá dentro, a vontade que o fim-de-semana nunca acabe ou, de uma forma mais racional, que volte depressa.
Apesar das constantes discussões sem nexo e que nunca têm fim, entre mim, o S. e o N. - numa constante competição para saber quem tem razão, quais putos no recreio da escola - estes fins-de-semana são cada vez mais de puro prazer, trazendo com eles a vontade de continuar.
Para além da diversão, tempo para um momento cultural.
Confesso que depois do que vi, como sempre, levanta-se em mim a dúvida de se tudo o que vejo é arte ou apenas e só uma fraude, um insulto ou uma boa forma de gozar com o público. É que, se há coisas que não se entende, algumas "obras de arte" não só não se entendem, como não fazem sentido, como é o caso de telas pintas de branco ou, pior, videos cheios de coisa nenhuma.
Fico com a ideia de que alguma arte ali apresentada terá sido comprada por atacado, ao melhor estilo da barraca dos ciganos de uma qualquer feira.
Fraudes à parte, gostei muito do que vi, fiquei impressionado com a quantidade de obras da colecção Berardo, e, neste caso, já estou a excluir as fraudes. Valeu a pena lá ter ido e só foi pena não termos esperado pela hora da visita guiada, pois os nossos conhecimentos sobre a arte não nos permite apreciar melhor ou entender muito do que vemos (mais uma vez, fraudes à parte). Fica a intenção de repetir com guia.
Esta ida a Lisboa serviu também para que a A. me entregasse o cd que lhe pedi que me trouxesse de Madrid e, dessa forma, poder ter e ouvir o novo cd dos Marlango - o fantástico "The Electrical Morning".
sábado, 26 de janeiro de 2008
Bom fim-de-semana
Vamos para Lisboa. Vamos festejar. Pelo caminho, almoçaremos na Bairrada - faz anos, teve direito a escolher, e escolheu almoçarmos leitão - vamos lá.
Estou atrasado!
Já sei onde irei logo à noite, só não sei se vou gostar. Logo veremos.
Nunca aqui o disse, mas para além da família e da F., também já morei com o S..
Por isso conhecemo-nos muito bem, quase como irmãos. Ele insiste que eu mudei e que me tornei melhor do que era. Infelizmente, dele tenho uma opinião diferente, tenho a opinião de que está mais revoltado - sempre foi, mas está mais - e continua a não querer empurrar a vida, antes espera que ela o arraste. Apesar de tudo tem um coração muito maior do que o meu. É também a pessoa que eu conheço mais social e com maior capacidade de adaptação ao meio envolvente. Nesse aspecto, tenho-o como exemplo.
Tem também a namorada mais paciente que eu conheço, porque o adora, não há dúvida, mas com uma paciência extraordinariamente superior a qualquer outra pessoa.
Dando sequência às actividades conjuntas que iniciamos em 2007, vamos até Lisboa.
Bom fim-de-semana!
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Canideo
Porto-Lisboa
Na televisão que me acompanha toda a noite, as notícias são as mesmas de quando me deitei.
Não tenho sono, mas não estou bem disposto. Enfim, talvez o que comi ontem me tenha deixado assim.
Sigo as rotinas matinais, com a calma suficiente para não me atrasar. Quase sempre pela mesma ordem.
O pequeno-almoço, ainda que simples, tomo-o sentado. Parece que houve um acidente na A1 que está a provocar constrangimentos no trânsito.
Ainda bem que decidi ir de comboio. Não há atrasos, não há trânsito, nem necessidade de atenção.
Apesar da antecedência com que acordei, chego à estação em cima da hora. Estaciono e sigo em passo apressado.
Já sentado no comboio, dou pela falta dos óculos de sol. É a certeza de uma viagem com o sol a bater-me directamente nos olhos.
De frente para mim segue uma mulher. Com os olhos postos num documento, vai tirando apontamentos. Parece-me ser advogada.
Olha! Chegou o revisor…
Mostro-lhe o bilhete. Ele pede-me o cartão da empresa – o acordo permite-me ter desconto, mas parece que é preciso comprovar que de facto sou funcionário. Digo-lhe que me esqueci dele. Diz-me que por ele não haverá problema, mas adverte-me para o facto de alguns colegas poderem levantar problemas. Aceno-lhe que sim e agradeço.
Portanto, óculos de sol, cartão da empresa e headphones (esquecimento ultrapassado pela oferta por parte da CP).
Já passei Aveiro. É hora de começar a trabalhar. Duas horas, é o tempo que tenho até à Gare do Oriente.
Bom dia a todos!
domingo, 7 de outubro de 2007
Alguém quer uma boleia?
Um fim-de-semana prolongado e recheado de noites bem passadas.
Ontem, os amigos, os melhores, aqueles com quem gosto sempre de estar, vieram cá jantar. Entre as amejoas à bolhão pato e a tarte de queijo (comprada no ECI) passaram-se boas horas de conversas, de disparates, de gargalhadas, de comida e, claro, de vinho, muito vinho.
Depois, uma ida ao Plano B fechou a noite, com whisky.
Hoje ressaquei, claro, mas com prazer. Porque nada me dá mais prazer do que a partilha da alegria com os amigos. Esta foi uma noite para celebrar a amizade, as mais recentes e as mais antigas, todas intensas, todas unidas pela força e pelo gozo de podermos estar felizes, juntos, todos, outra vez.
Fechado o fim-de-semana, arranca mais uma semana de trabalho. Esta arranca com uma ida a Lisboa, ainda sem a certeza de se terei de ficar e só voltar na terça. Mas desta vez não tenho vontade nenhuma de lá ficar. Pela primeira vez, desde há algum tempo, apetece-me estar aqui.
Agora vou dormir, porque o fim-de-semana foi dureza! Mas estou feliz!