quinta-feira, 6 de março de 2008

Desafio

Apesar da falta de tempo, cabe-me aceitar e responder ao desafio do Carlos.
Então, sobre mim, aqui ficam seis coisas que não têm importância nenhuma:

1. Adoro bolachas
2. Não só não sei perder, como quero ser sempre o melhor, seja na Playstation, no futsal ou na vida. Quando não me sinto à altura, não alinho nos desafios.
3. Tenho um rádio-despertador na mesa de cabeceira e outro no quarto de banho.
4. Apetece-me sempre comprar sapatilhas (que no sul se chamam ténis, que afinal são sapatos de desposto)
5. Raramente abro a correspondência dos bancos. Raramente solicito recibo no multibanco (quando quero controlar a conta vou ao serviço netbanking)
6. Mais depressa falto ao trabalho do que saio de casa sem tomar banho (se faltar a luz, a àgua ou o gás, espero que volte a estar tudo a funcionar ou então vou a casa de alguém tomar banho)

Ora aí está, nada que interesse, mas desafio é desafio.

Aqui estão as regras deste desafio:

1.. Colocar o link para a pessoa que nos "marcou" (já está lá em cima).
2. Colocar as regras no blog. (Done)
3. Partilhar 6 coisas sem importância sobre nós. (Done)
4. Marcar mais 6 pessoas no final. A saber: Ana, Inês, Maria, Porthos, Rosa, Sofia
5. Avisar estas pessoas deixando um comentário nos seus blogs. (Assim que me for possível)

Porque os desafios não terminam aqui, tenho um outro desafio, desta vez vindo da Inês. Prometo à Inês responder, mas aquilo vai dar um bocadinho de trabalho. Fica para o final da semana.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Tempo

O Tempo:
Hoje esteve frio, muito. Já não sentia um frio assim há algum tempo. Um Sol óptimo, mas enganador. Estava vento frio, estava desagradável.
O Tempo:
Não consigo. Não tenho tempo, não tenho nada em ordem. Está tudo atrasado. Andar cansado não ajuda nada. O estado de ansiedade que brota de dentro de mim também não. Sinto falta de apoio. Do teu apoio. Não há nada a fazer. Ou melhor, está tudo por fazer. Será possível pedir para que parem o Mundo umas horitas? Dava-me mesmo muito jeito.
O Tempo:
Não é das palavras, nem das verbais nem das escritas. Das verbais, dou por mim a não ouvir quem me fala em conversas sociais. Estou longe, noutro tempo, num tempo que não tenho.
Das escritas, a prova está aqui. Só quem não tem nada para dizer é que vem falar do tempo.
Agora vou dormir, que amanhã é dia de nova viagem a Lisboa para mais reuniões. Às 20h jantar no Porto.


segunda-feira, 3 de março de 2008

Divertido, relaxante e estimulante

Foi assim o fim-de-semana.
Venha o próximo. Mas antes, ainda, uma semana de trabalho que começa com uma ida a Lisboa. Amanhã e Terça estarei por lá. Há alguém disponível para jantar?...


Foto do fim-de-semana (na Praia do Furadouro, em Ovar)

sábado, 1 de março de 2008

Tempo

Ando sem tempo. Estou atrasado, estou sempre atrasado.
Hoje é Sábado e também já estou atrasado. Que se lixe.
Vou embora, volto amanhã à noite.



A uma semana do concerto, aqui fica mais uma.
Bom fim-de-semana.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Coisas que não percebo

O cuidado que tenho com a higiene oral e o respeito pelos outros impede-me de comer alho e/ou cebola e não concebo que alguém o faça e depois se sinta capaz de socializar à vontade.
Mas que os há, há. Desculpem, mas não percebo...

Madeira

Da Madeira, o que trago é isto:

- Gente muito simpática, de fácil trato. Sabem receber
- Vivem para o turismo. Ao contrário do Algarve, apresentam uma hotelaria de excelente qualidade para os preços que praticam. Não conheço, de norte a sul de Portugal continental, restaurantes de tão bom nível. Óptimo serviço
- Gastronomia excelente. Os pratos são bons e não são pesados como é habitual na gastronomia de outras regiões de Portugal
- O turismo sénior impera. É só velhos
- O clima é fantástico! O bom tempo anima as pessoas e isso nota-se
- O Alberto João está de parabéns. Têm as melhores vias de comunicação deste país. No entanto, estou convencido que se continuam a esburacar a montanha, qualquer dia a montanha desaba, mas não há-de ser nada
- A Poncha tradicional sem gelo é uma bela porcaria. Com gelo bebe-se. A Poncha de Tangerina é óptima (provei no original Nº2 às sete e meia da tarde!)
- As madeirenses são, por norma, giras, mas têm o rabo grande e as coxas grossas. Percebe-se, afinal toda a gente bebe Poncha como se não houvesse amanhã (o que aumenta a massa adiposa) e as ruas são todas muito inclinadas (andar a pé em ruas assim faz aumentar os músculos das pernas e, consequentemente, o volume)
- Não existe Camel à venda. Um maço de Estrela custa 1,50€
- Quando dois madeirenses conversam, é melhor pedir um tradutor. Além disso, as palavras que aqui acabam em "o" lá acabam em "e" (um copo = um cope).
- Não conheci nenhum madeirense stressado ou com pressa. Até porque dali ninguém sai, logo pode esperar
- Apesar de tudo isto, não me parece que fosse destino para eu ir de férias. Não faço férias gastronómicas, e, além disso, nada mais me cativou
- Também não me parece que pudesse morar num sítio assim. Mas que têm muito mais qualidade de vida do que nós, lá isso têm


(Foto tirada às 7.30h da manhã (uma hora depois de acordar), da varanda do hotel, antes de ir trabalhar)

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Domingo à noite

Às vezes não me sinto preparado para muitas mudanças e é precisamente isso que me está a acontecer. Para já, diria que são apenas perspectivas de uma profunda mudança na minha vida profissional. A par disso, ocorreram já algumas mudanças, pequenas mas importantes, na minha vida pessoal.
Nas últimas semanas, o telefone tem sido o meio de comunicação que mais tenho utilizado. Recorro à família e aos amigos com mais insistência do que é habitual. As pequenas mudanças e a perspectiva de mudanças mais profundas são motivo mais que suficiente. Estou mais preocupado do que nunca, mas mais predisposto à mudança, apenas porque tenho encontrado na família e nos amigos o apoio e a atenção que me acalma, que me tranquiliza.
O fim-de-semana foi passado com os amigos, partilhando cultura e lazer, partilhando sorrisos, partilhando opiniões, partilhando os planos para mais momentos em conjunto.
A próxima semana de trabalho é de grande agitação. De amanhã até Quarta estarei no Funchal, Quinta, numa conferência no Porto e apenas na Sexta regresso ao escritório. Vai ser duro, porque terei que redobrar esforços para conseguir controlar o trabalho à distância, o dia-a-dia e tudo o resto que já faz parte de um constante acumular de inevitáveis atrasos e incumprimentos dos timmings.
Por isso, e porque preciso de compensar o esforço, já garanti que o próximo fim-de-semana será passado em casa de amigos, na praia, independentemente das condições climatéricas, na melhor das companhias - a dos amigos - na maior das tranquilidades.
«Se o Benfica não jogar, boy, está combinado!».

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Há tanta coisa

tanta coisa que eu gostava de fazer. Há, ainda mais, que já deixei por fazer.
Enquanto a vida corre, eu corro atrás dela e, quando a encontro, estou cansado e deixo-a fugir outra vez.
Assumi como prioritária a minha realização profissional. Ainda assumo, porque quero ser sempre melhor, quero sempre superar-me. Quero ser insubstituível (ainda que saiba que não os há). Acredito que tenho superado as expectativas - as minhas, as das minhas chefias, as da minha família, as dos meus amigos - acredito que o continuarei a fazer. Esta é minha satisfação pessoal, é isto que eu sei fazer. Já uma vez o disse aqui, não nasci com nenhum talento, nenhum dom, nem nenhuma vocação, pelo menos que se tenha revelado até agora. Nunca descobri nada que me realizasse, por isso estabeleci metas mais curtas, e, uma após a outra, as fui superando. Descobri que a minha realização passaria por projectos difíceis, dos que obrigam a dar tudo o que se tem, a reinventar os modelos, a quebrar barreiras.
Arrisco todos os dias, defendo as minhas opiniões e opções, enfrento as hierarquias sem medo.
Enquanto me foco na minha vida profissional, vou esquecendo que a vida deve ser vivida com equilíbrio. Mas eu sou tudo menos equilibrado. Em diferentes momentos consigo ser responsável e irresponsável, concentrado e distraído, excitado e apático, tenso e relaxado, rápido e lento, forte e fraco. Enquanto diambulo pelos meus extremos, vou-me mantendo equilibrado. À semana prendo-me ao meu lado mais sério, ao fim de semana liberto-me. Cinco dias compensados em dois. É este o meu maior desequilíbrio. E é por isso que racionalmente, reconheço que enquanto a vida corre, vai haver tanta coisa que deixarei de fazer, que deixarei de viver, que deixarei de sentir.


terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

A vida não é um carnaval

Hoje, em Lisboa, inesperadamente, encontrei alguém que não esperava encontrar. Alguém que conheci há bem pouco tempo e num cenário completamente diferente. Foi estranho perceber que num ambiente profissional, somos todos tão diferentes, formalmente diferentes.
Este encontro fez-me perceber que este meu "eu profissional" não só não sou eu, como nem sequer me agrada, mas é assim que tem de ser, é assim que posso ser.
Este reencontro acabou, até, por se revelar agradável, apesar de inesperedo - embora eu soubesse que era inevitável um dia acontecer. Depois, fiquei a pensar no cenário em que o primeiro encontro se tinha dado, e sorri. Foi um prazer.
Já no regresso a casa voltei a pensar nisto que agora aqui partilho.
Tenho agora a sensação que, apesar de curto, este ciclo se fechou. Certos momentos duram uma vida, outros duram uma temporada, outros são mais curtos e duram um episódio. Estes episódios têm o valor que lhes queremos dar, ou porque nos fizeram sentir mal, ou porque , como neste caso, nos fizeram sentir bem.
Eu gostei deste episódio, vou recordá-lo com satisfação, mas fica por aqui.
A vida não é um carnaval. Ponto.